23 junho 2011
15 junho 2011
Videos do primeiro concerto da Tour (Londres)
Já fizemos as nossas pesquisas no youtube por videos do concerto de ontem em Londres e aqui fica a nossa selecção:
14 junho 2011
28 abril 2011
27 abril 2011
Review de Out_cubus a 'If Not Now, When?'
Review e opinião pessoal de Out_cubus
Boquiaberto! Foi esta a minha primeira reacção quando ouvi pela primeira vez “If Not Now, When?”. Fui surpreendido por esta nova sonoridade da banda, que me deixou perplexamente satisfeito. É sem dúvida, após muitas audições um grande álbum de uma grande banda! Completamente diferente de tudo o que fizeram até hoje, conseguiu-me até fazer esquecer por momentos, que esta foi a banda que trouxe ‘s.c.i.e.n.c.e.’ ao mundo, e que tantos fãs gostariam que essa sonoridade voltasse. Amadureceram como homens, pessoas, músicos e fizeram um álbum futurista, simples, completo, sentimentalista q.b. (não que isso seja mau, necessariamente), ambicioso e bem trabalhado. É uma sinfonia com 11 belíssimas orquestrações, em que cada elemento excedeu os seus limites e oferecendo-nos uma obra de arte.
Mike continua o mestre, o doutor, o génio na guitarra em que, em todos os segundos nos consegue surpreender revitalizando musicalmente numa série de maneiras, como já disse Brandon numa entrevista, Kilmore deixou definitivamente a sua faceta de DJ passar para segundo plano, para transformar todo o modo como instrumentaliza e acompanha de fundo, os seus colegas em todas as músicas. Ben faz da sua secção rítmica um misto de ritmos e géneros que faz unir os vários elementos sonoros da banda, cumprindo com a sua parte. Jose está para mim, num nível espectacular com muita suavidade e intensidade a cada batida, sendo muito correcto e eficaz no que faz. Brandon fez o que quis da sua voz. Eleva-nos o espírito a cada agudo, coloca correctamente cada entrada e falando da parte lírica, esteve como sempre nos habituou, no seu melhor, apesar do ‘susto’ que nos deu com ‘Adolescents’.
Nota-se muito o empenho e mudanças resultantes do estudo da música por parte de Mike na universidade de Harvard. Aprofundou as músicas, ampliou cada som, melodicamente aperfeiçoou-se ainda mais, e com isto, influenciou o resto da banda a criar este rock-soft-melo-experimental e romântico. Tudo está orquestrado a preceito contemplando-nos com o que pode ser um marco na história da banda.
Nas primeiras audições, destaca-se ‘if not now, when?’ pela introdução ao álbum que nos coloca as expectativas no seu devido lugar, ‘friends and lovers’ pela sua letra e melodia, ‘thieves’ pelo seu soft-pop que fica no ouvido, ‘the original’ pela sua transição ao minuto 3:40 que nos faz aumentar o volume e tocar nas nuvens com os acordes do mike de tão épico que se torna, ‘in the company of wolves’ pelo seu início à Coldplay e fechando os olhos, consigo até ouvir influências de Pink Floyd tendo a partir do minuto 4 uma transição que nos leva a um modo erótico pela voz e ritmo da música, que nos faz acelerar o coração de tão boa que consegue ser (esta é sem dúvida a minha preferida, so far). ‘switch blade’ é o pulsar de novos ritmos quando já entrámos noutra galáxia com os sons anteriores. ‘adolescents’ é o single e o mais vulgar que estávamos habituados a ouvir da banda, com os seus últimos registos, com uma letra simples e que nos entra directamente no cérebro, faz-se identificar logo ali a personalidade da banda. ‘tomorrow’s food’ é para mim, um até já ou um agradecimento da banda ao mundo que os ouve fielmente. Uma justificação ao que ouvimos nestes últimos 50 minutos. E como fã incondicional da banda, ao ouvir esta música senti um enorme orgulho pelos ‘nossos’ rapazes, e afirmo com clareza que adorei este álbum do início ao fim.
Podia ficar horas a falar de "If Not Now, When?", mas acho que consegui exprimir o melhor que consegui, após me passar o modo “histerismo” e ansiosismo quando o álbum me chegou aos ouvidos. Contando que a cada audição algo novo se descobre, sei que daqui a algum tempo, muito mais poderia acrescentar a esta review….
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